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A violência é a matéria prima da mídia

“A violência é a matéria prima da mídia, quando na verdade o meio ambiente é que deveria sê-lo”. Essa foi a frase de impacto que o presidente do PV de Minas Gerais, Ronaldo Vasconcelos, começou sua palestra nessa quarta-feira, durante a X Encontro Verde das Américas. Meio Ambiente não dá ibope, mas, a mídia pode aos poucos estimular um novo gosto no público mostrando as coisas negativas e positivas sobre o meio ambiente, já que é uma questão de sobrevivência para a espécie humana, falou a estudante participante do encontro, Maria Luíza Ferreira.

Ao mesmo tempo o jornalista e escritor, ambientalista Vilmar Berna, durante o evento, citando Al Gore “Estamos  diante de uma  verdadeira  emergência planetária, a crise climática não é assunto político mas moral e espiritual para toda a humanidade”. Ele alertou que a natureza não é frágil, o ser humano é que é frágil, a natureza tem resistido a catástrofes muito piores, nada que o homem fizer vai destruir o meio ambiente, vai destruir só ele mesmo.

”A mídia é um importante instrumento para evitar esse final infeliz, para isso os donos de jornais, redes de rádio e televisão, devem abrir espaço para o meio ambiente e conseqüentemente para a educação ambiental. além dos repórteres e jornalistas fazerem a diferença na busca da informação”, alertou a estudante e participante do Greenmeeting, Maria Luiza Ferreira.

Vilmar Berna alega que para o povo se interessar por meio ambiente o ecologês deve ser traduzido, levando à participação da população nas questões ambientais para que todos se sintam parte desse processo. Ele considera também que a justiça social deve ser incorporada ao discurso ecológico, pois falta de informação e miséria geram grandes impactos ambientais.

 

O conflito Palestina e Israel foi tema de palestra no Greenmeeting

O embaixador da Palestina, Ibrahim Mohamed Atzeben, mostrou ontem (26-05) durante sua palestra sobre meio ambiente, no Encontro Verde das Américas, cenas da  atuação violenta de Israel com relação aos palestinos. “Mesmo aceitando apenas 22% do nosso território histórico, para manter a paz e podermos sobreviver como nação Israel não quer aceitar o acordo. Estamos pedindo ajuda aos países participantes da ONU para que possam nos ajudar mais concretamente para que esse acordo possa vigorar”, desabafou Ibrahim.

Ele contou que nasceu em território vizinho, filho de pais refugiados durante a diáspora. “Nós queremos apenas viver em paz, que as crianças palestinas e israelitas possam crescer e conviver num futuro como cidadãos com os mesmos direitos”, ele alegou.

Lembrou que apesar do país ser dividido em três religiões, judaísmo, cristianismo e Islamismo, o ser humano é um só e o Deus de todas as três religiões também é um só, então tem de ser possível um acordo. Ele os palestinos não precisam de muros mas de uma ponte que una os seres humanos como filhos do mesmo Deus, convivendo em paz.

O embaixador concluiu que toda essa violência contra os palestinos está destruindo também o meio ambiente na Cisjordânia e faixa de Gaza. “ Eles destroem nascentes de água, cortaram mais de 108 mil árvores,algumas de quase dois mil anos de existência, tudo para obrigar os palestinos a abandonarem seu país de origem”, explicou.

 

Assessoria de Imprensa

Sônia M. Saporetti

 

www.greenmeeting.org


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